domingo, 16 de março de 2014

OS 1/5 e os 2/5 dos INFERNOS

O seguinte foi enviado pelo nosso amigo e colaborador, Kalil Abrahão:

Durante o Século XVIII, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para Portugal, seu colonizador. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 1/5 da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de “O Quinto”. Esse imposto recaia principalmente sobre a nossa produção de ouro.
O “Quinto” era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam “O Quinto dos Infernos”, e isso virou sinônimo de tudo que é ruim.
A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os “quintos atrasados” de uma única vez, no episódio conhecido como “Derrama”. Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de “Inconfidência Mineira”, que teve seu ponto culminante com a prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira chegou ao final do ano de 2011 a 38%, praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.
Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente “dois quintos dos infernos” de impostos…
Para sustentar a corrupção? Os mensaleiros, o Senado com sua legião de “Diretores”? A festa das passagens, o bacanal com o dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar nos Três Poderes?
Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do “quinto dos infernos” para sustentar essa corja, que nos custa o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa!
E Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente…! Repassem… Estaremos, pelo menos, contribuindo para relembrar a História do Brasil e rendendo o reconhecimento à coragem que teve Tiradentes de se insurgir por pagar a metade dos impostos que pagamos hoje…

E não fazemos nada. Deveríamos até nos envergonhar…

Autor Desconhecido

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Se os Homens Fossem Como Formigas

Se os homens fossem como formigas, não haveria nenhum interesse em liberdade humana. Se os homens individuais, como formigas, eram uniformes, intercambiáveis​​, desprovidos de traços de personalidade específicos de sua própria, então quem se importaria se eles eram livres ou não? Quem, de fato, se importaria se eles viveram ou morreram? A glória da raça humana é a singularidade do indivíduo, o fato de que cada pessoa, embora em muitos aspectos semelhante às outras, possui uma personalidade completamente distinta de sua própria. É o fato da singularidade de cada pessoa –  o fato de que duas pessoas não podem ser completamente intercambiáveis – que faz com que cada homem insubstituível e que nos faz importo se ele vive ou morre, se ele está feliz ou oprimido. E, finalmente, é o fato de que essas personalidades únicas necessitam de liberdade para seu pleno desenvolvimento, que constitui um dos principais argumentos para uma sociedade livre.
- Murray Rothbard

Egalitarianism as a Revolt Against Nature, 1974

terça-feira, 2 de julho de 2013

Carta Aberta aos Manifestantes em Nova Petrópolis


Prezado Manifestante em Nova Petrópolis,

Como um preocupado cidadão do mundo e um observador da sua passeata no sábado, 29 junho, tenho alguns comentários para passar para você:

1.     Você está de parabéns por assumir o papel de ativista e colocar-se no meio de um esforço para sensibilizar os cidadãos desta bela cidade.

2.     Fiquei muito impressionado com o grande número de jovens que se uniram na marcha e que ainda teve papéis de liderança. É um sinal muito bom que os jovens do Brasil estão buscando uma mudança política, assim como a juventude em outros países, especialmente os Estados Unidos.

3.       Pelo que entendi, o destino final da passeata foi o edifício em que está localizada a Prefeitura. Eu estava lá quando a multidão chegou. Eu estimei o número de participantes foram cerca de 350. Nada mal para uma primeira tentativa.

4.       Nova Petrópolis tem uma população de aproximadamente 19.500 pessoas. Se houve 350 participantes na marcha, mais que 19.000 pessoas ficaram em casa ou foram para outro lugar. Por quê?  Não estávam interessados? Estavam com medo de uma possível violência? Você e os seus associados precisam descobrir.

5.       Vocês chegaram à Prefeitura e alguns subiram os degraus para fazer discurso à multidão. Onde estava o Prefeito? Onde estava o Vice-Prefeito? Onde estavam os secretários de Saúde, Educação, Segurança Pública (três de suas principais questões). Onde estavam os funcionários da Prefeitura? A porta da frente da Prefeitura pareceu ser trancada. Eles estavam todos atrás da porta, escutando vocês? Ou eles estavam todos no meio da multidão emprestando suas vozes para os aplausos?

6.       Onde estavam os Vereadores? Talvez estavam reunidos em segredo para elaborar uma proposta para reduzir o número deles de onze a cinco, como um dos seus falantes solicitou. Você acha isso?

Bem, foi um bom evento. Você tinha uma escolta policial, para toda a duração da marcha e ambulâncias foram situados por no caso de alguém se machucar. Mas eles não eram necessários; não houve violência, nem mesmo raiva. Tudo estava tranquilo e razoavelmente bem organizado. Algumas das placas de protesto foram feito profissionalmente. Os pontos feitos pelas placas e os falantes eram semelhantes às queixas feitas em outros lugares no Brasil.
Assim, o que acontece a seguir? Obviamente, com a ausência de 98% da população de Nova Petrópolis e os políticos que não estavam ali para ouvir suas queixas, há muito mais trabalho para vocês fazer. Vocês váo voltar a dormir, e deixar a situação atual continuar? Ou foi um primeiro passo sério?

Sugiro que um dos seus próximos passos deve ser a busca pela causa da atual situação política. A maioria das queixas ouvidas ontem foram os sintomas da situação, não a causa. Pensem  nisso  - se vocês estivessem  doente, você pode ir ver um médico para descobrir o que está errado e como curá-la. Se ele diz-lhe para tomar uma aspirina e chamá-lo amanhã, você sabe que ele está apenas tratando os sintomas, para ajudá-lo a se sentir melhor. No tempo, a doença vai voltar. È assim com o governo e a política. Se você lidar apenas com os sintomas do problema, o problema não vai desaparecer. Você deve buscar e descobrir a causa e eliminar isso.
Devo avisá-lo que se você decidir buscar a causa, e você olhar profundamente, pode ser que você descobrirá que a causa real da situação atual é você (e a maioria do resto de seus concidadãos).

Algumas das placas realizadas pelos manifestantes afirmaram que "Estamos mudando o País". Posso assegurar você que 350 manifestantes em Nova Petrópolis não vai mudar o País.
  • Se você quiser mudar o País, primeiro você deve mudar o Estado.
  • Se você quiser mudar o Estado, primeiro você deve alterar o Município.
  • Se você quiser mudar o Município, primeiro você deve alterar o Bairro.
  • Se você quiser alterar o Bairro, primeiro você precisa mudar si mesmo. Isso você pode fazer.
Desejo-lhe muito sucesso. Vai com Deus.

GremistaBob

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Liberdade Não É Produto de Constituições


Liberdade, como as pessoas desfrutavam nos países democráticos da civilização ocidental nos anos do triunfo do antigo liberalismo, não era um produto de constituições, declarações de direitos, leis e estatutos. Esses documentos destinaram apenas a salvaguardar a liberdade e o arbítrio livre, firmemente estabelecida pelo funcionamento da economia de mercado, contra invasões por parte dos políticos. Nenhum governo e nenhuma lei civil podem garantir e criar liberdade, exceto em apoiar e defender as instituições fundamentais da economia de mercado. Governo sempre significa coerção e compulsão e é, por necessidade, o oposto da liberdade. Governo é um garante da liberdade e é compatível com a liberdade somente se o seu alcance é restrito adequadamente para a preservação da liberdade econômica. Onde não há economia de mercado, as disposições mais bem-intencionadas das constituições e das leis permanecem inúteis.
Ludwig von Mises – Human Action (1945)

O Dr. Ludwig von Mises foi um dos economistas e filósofos mais importantes do século vinte.  Aprende sobre ele e os ensinos dele no site do Instituto Ludwig von Mises Brasil.  

domingo, 7 de abril de 2013

Porque Os Políticos São Isentos


No fim do posto antecedente, eu perguntei: “Como é que as normas aprovadas pelo governo contra roubo, fraude, e falsificação são aplicáveis a nos, mas não se aplicam a eles (os políticos)?” Uma resposta parcial a essa pergunta foi providenciada sucintamente e racionalmente por Dr. Hans-Hermann Hoppe:

O tradicional, pré-moderno estado-forma é a de uma monarquia (absoluto). O movimento democrático foi dirigido contra os reis e as classes de nobres hereditários. Monarquia foi criticada como sendo incompatível com o princípio básico da "igualdade perante a lei." Ela baseia-se no privilégio e foi injusto e explorador. Democracia deveria ser a saída. Em abrir a participação e a entrada em estado-governo para todos em igualdade de condições, assim os defensores da democracia alegaram, igualdade perante a lei se tornaria realidade e a verdadeira liberdade reinaria. Mas tudo isso é um erro grande.

Na verdade, na democracia todos podem se tornar rei, por assim dizer, não apenas um círculo privilegiado de pessoas. Assim, em uma democracia os privilégios pessoais não existem. No entanto, privilégios funcionais e funções privilegiadas existem. Os funcionários públicos, se eles agem em uma capacidade oficial, são disciplinados e protegidos por "direito público" e, assim, ocupar uma posição privilegiada vis-à-vis as pessoas agindo sob a autoridade de mero “direito privado”. Em particular, os funcionários públicos estão autorizados a financiar ou subsidiar suas próprias atividades por meio de impostos. Ou seja, eles estão autorizados a participar, e vivem por meio de, o que nas relações privadas entre sujeitos de direito privado é proibido e considerado "roubo" e "despojo roubado." Assim, o privilégio e a discriminação legal – e a distinção entre governantes e súditos - não vai desaparecer sob a democracia.
Este comentário foi cotado de uma entrevista com Dr. Hoppe que apareceu em The Daily Bell em 27 de março, 2011.  Dr. Hoppe é o principal proponente no mundo do conceito da Sociedade de Direito Privado. Ele é aposentado como professor de economia do Universidade de Nevada, Las Vegas, é fundador e presidente do Property and Freedom Society, e atualmente mora em Istambul, Turquia.

GremistaBob

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O Governo Não Tem Dinheiro


O governo não tem dinheiro.
"O que?", você diz. "Como ele faz todas essas coisas ‘maravilhosas’? Como é que paga as contas dele?"

O que eu quis dizer é que o governo não tem dinheiro próprio. Cada centavo que o governo gasta é realmente o SEU dinheiro e MEU dinheiro, o dinheiro que o governo obteve de nós.
Um dos jeitos que o governo obtém dinheiro de nós, é claro, é por meio de impostos. Nós sabemos tudos sobre impostos, né. O governo – qualquer governo – diz, na realidade: "Precisamos dinheiro, por isso dê-nos o seu". Se você se recusar, junto vem a polícia e o leva para a cadeia. Você diz: "Eles realmente não fazem isso. Eu pago meus impostos quando eles me dizem para pagar”. Sim, mas a ameaça de violência tem o mesmo efeito que a violência em si. Assim, não recusamos pagar ao fim de permanecer fora da prisão e ir para a praia.

Se eu venha para você e fale: "Eu preciso de dinheiro, então me dê o seu", e ameaça com violência se você não dê, isso seria roubo. Se eu esteja pego pela polícia fazendo isso, eu seria chamado de criminoso e enviado para a prisão. È verdade?
Outro jeito que o governo – qualquer governo – leva o nosso dinheiro é emprestar dinheiro em nossos nomes. Eles têm muitas maneiras de fazer isso, uma das quais é a de venda de títulos ou obrigações, para pessoas ricas no país ou em outros países. Eles não nos dizem em voz alta que eles estão fazendo isso, mas estão obrigando-nos a pagar os juros e o principal sobre os empréstimos, ou obrigações. Para fazer isso, eles tomam mais dinheiro de impostos.

Se eu fizesse isso, ou seja, se eu emprestasse dinheiro para comprar um carro e obrigasse você, sem o seu conhecimento ou permissão, para pagar os juros e o principal do empréstimo, isso seria chamado de fraude. Se eu fosse pego, eu seria chamado de criminoso e enviado para a prisão. É verdade?
Um terceiro jeito que o governo – qualquer governo – toma o nosso dinheiro é mais sutil. Eles imprimem dinheiro a partir do nada substantivo. Eles só prosseguem imprimi-lo. O novo dinheiro, impresso pelo banco central, é, então, depositado em bancos grandes do país. Os grandes banqueiros, ficando com o novo dinheiro em primeiro lugar, podem emprestá-lo a seus amigos que podem, então, comprar coisas aos preços baixos de hoje. Mas pelo tempo que o dinheiro ficar circulado seu valor caiu com o resultado que os preços de bens aumentaram mais altos, chamado inflação. Assim, seus amigos têm a vantagem do dinheiro novo e os preços baixos enquanto o resto de nós, então, tem que pagar preços mais elevados.

Se eu fizesse isso, ou seja, se eu imprimisse dinheiro, o dinheiro não apoiado por nada substantivo, isso seria chamado de falsificação, uma operação ilegal. Se eu estivesse pego, eu seria chamado de criminoso e enviado para a prisão. É verdade?
Então, minha pergunta é esta: Como é que as normas aprovadas pelo governo contra roubo, fraude, e falsificação são aplicáveis a nós, mas não se aplicam a eles? Pense nisso.

GramistaBob

domingo, 25 de novembro de 2012

Amor, Liberdade, e o Estado


por Dr. Robert Higgs


Amor e liberdade são os blocos básicos de construção com que as pessoas decentes construírem uma boa vida para si mesmo.
O amor toma muitas formas – nas relações pessoais, no trabalho e outros empreendimentos criativos, na caridade para os necessitados, em compromissos espirituais que dão sentido mais profundo para a vida em meio dos seus inevitáveis ​​desafios e perdas. O amor dá-nos uma razão para continuar, apesar de desânimos e dificuldades, para continuar a tentar fazer ainda outro retorno depois de ter sido esmagado no corpo ou no espírito.
Liberdade fornece os espaços que precisamos para expressar nosso amor, para perseguir nossas paixões em relação a onde e como vivemos, para escolher livremente os nossos objetivos e persegui-los como pensamos que é o melhor, de praticar as artes e profissões que o mais nos atraem, para alocar nossos recursos pessoais e materiais como quisermos ao serviço de nossos próprios fins, para viver sem sentir uma necessidade constante de olhar sobre nossos ombros, para que não incorrer na ira de um funcionário do estado ou de um policial em busca de sua próxima vítima.

Se tivermos amor e liberdade, outras coisas surgem naturalmente, pelo menos, tão naturalmente como as leis da natureza, da sociedade e da economia permitem. Liberdade nos dá margem de manobra como construímos nossas vidas de acordo com os nossos amores.

Não é de admirar que a natureza essencial do Estado acarrete a sua frustração de amor e liberdade – não, pior ainda – a sua criação e promoção de opostos exatos deles.
Estados prosperam no ódio. No próprio estabelecimento deles, através da conquista e pilhagem dos povos conquistados, fazem-se de ódio por sua violência e crueldade. No curso de suas histórias pós-conquista, quando os bandidos anteriormente ambulantes descobriram que banditismo estacionário pago melhor do que pilhagem bata-e-corra, eles mantém suas ameaças odiosas de violência constantemente sobre as cabeças de seus súditos para garantir que ninguém ousa resistir sua regra ou suas exigências de tributo e humilhação.

Após a democracia entra em cena, e os partidos políticos formar coligações para assumir o controle dos poderes do Estado, os partidos provocam e ampliam o ódio, ao fim de atrair e manter membros leais. Eles repisam constantemente em como o elemento primordial em cada questão política reduze a uma questão de "nós" contra o odiado "eles". Divisão societal e conflito formam o solo fértil em que plantar as suas propostas venenosas para roubar "eles" e dividir os despojos entre "nós". Assim, por manter a panela de conflitos de (em grande parte artificial) classe, de grupo, de seccção, e de raça fervendo, os partidos políticos democráticos despedaçam o amor que pode crescer entre as pessoas cooperativas e pacíficas que trabalham em conjunto para benefício mútuo e substituí-lo por tumulto espiritual e desprezo inquieto para todos fora dos limites arbitrários do partido.
É claro, que quase não precisa ser dito que este tipo de ódio organizado anda de mãos dadas com os ataques do Estado sobre as liberdades das pessoas. Alguns desses ataques visam prejudicar os "outros" fora da coalizão reinante, mas alguns deles ironicamente danificar quase todos ao serviço de aumentar o poder e esplendor do Estado, sempre em ordem (ou assim os governantes afirmam), finalmente, para servir o interesse geral do público ou para ganhar alguma vantagem grande para a nação inteira, ou pelo menos para todos exceto os membros de minorias impopulares.

Em meio da desonestidade, violência, ódio inerente na regra de um Estado, quer sob a democracia ou alguma outra ordem política, as pessoas decentes perder a liberdade de expressar o seu amor em formas pacificas, criativas e produtivas. Como um músculo, o amor não exercido tende a atrofiar.  Sociedades dominadas pelo Estado são sempre cheias de ódio e rancor; eles se transformam indivíduos uns contra os outros em maneiras inumeráveis como eles esmagam as liberdades que permitem os jogos de soma positiva proliferar e em vez disso. Estabelecem os jogos de soma negativa em que se um homem não esmagar seu companheiro, aquele companheiro vai esmagar ele. Inveja e suspeita ficam desenfreadas. As boas naturezas alegres que desenvolvem rapidamente e se sustentam entre as pessoas pacíficas, livres e prósperos murchar. O mundo todo se transforma em Alemanha Oriental.
Amor e liberdade são fundamentalmente incompatíveis com a existência e funcionamento do Estado. Esta relação existe não porque os estados começam bem e, eventualmente, tornam-se mal, mas porque o Estado é intrinsecamente uma organização cuja criação e funcionamento se baseiam na violência e pilhagens, que por sua vez promovem o ódio e a negação de liberdades. Assim, sob o governo do Estado, as tentativas de pessoas decentes de construir uma boa vida para si encontram uma infinidade de obstáculos colocados em seu caminho por funcionários do Estado apoiados por coalizões reinantes. Intelectuais inumeráveis argumentaram que, se o Estado faría apenas X, Y ou Z, criaria uma vida boa possível para as massas. Tal raciocínio voa na face da própria natureza do Estado. As pessoas sensatas não convidaria uma víbora para viver em suas casas, muito menos para torná-las mais feliz.

Robert Higgs é membro sênior em economia política para o Instituto Independente (EUA) e editor do The Independent Review.  Ele é o recipiente dm 2007 do Gary G. Schlarbaum Prêmio por Lifetime Achievement na Causa da Liberdade